Qual seria a Melhor técnica de Massagem para Pacientes com Síndrome de Fibromialgia?

Por Roberto Carozo
Em:
Massoterapia
17/5/2021



A massagem terapêutica é comumente procurada por

 pacientes com fibromialgia para ajudar a controlar sua

 dor crônica;  na verdade, quase 75 por cento de eles fizeram

 uma tentativa.


Fazer massagem neste grupo pode ser desafiador, principalmente porque algumas pessoas são tão sensíveis ao toque que eles mal suportam a sensação de roupas na sua pele, quanto mais terapia manual.
O tipo errado de massagem pode causar crises de dor e pode ser desastroso para quem sofre de fibromialgia. É vital para qualquer massoterapeuta saber como escolher as técnicas corretas para usar com seus clientes de fibromialgia.


Como uma equipe de médicos e massoterapeutas que se concentra exclusivamente no tratamento da fibromialgia, compartilharemos as técnicas mais eficazes que descobrimos para usar para essa condição.
 Por Ginevra Liptan, MD, e Jamie Liptan


A autora Ginevra Liptan, médica, tem fibromialgia que foi diagnosticada na faculdade de medicina, o que obrigou a ela pedir  uma licença médica.  Foi só quando ela encontrou a terapia manual apropriada que ela foi capaz de obter alívio e melhora da dor suficiente como para voltar a completar seu treinamento médico.  

Ela diz que a abordagem de liberação miofascial de John Barnes foi o tratamento analgésico mais eficaz que ela encontrou.  O benefício que ela recebeu desta terapia manual focada na fáscia a levou a estudar o papel da fáscia na causa da fibromialgia.


Cada vez mais estudos estão confirmando o papel fundamental que a fáscia tensa e inflamada desempenha como um gerador de dor na fibromialgia.


 A FASCIA ESTÁ LIGADA À DOR DA FIBROMIALGIA?

A fáscia, frequentemente chamada de tecido conjuntivo, é uma rede contínua de tecido semelhante a uma teia que envolve, apoia e dá forma aos outros tecidos do corpo.

A fáscia mais densa envolve os músculos e envolve cada feixe de fibras musculares e cada célula muscular individual.  Esse tecido conjuntivo é ricamente inervado, altamente vascularizado e muito sensível à dor.  A fáscia que envolve os músculos, na verdade, contém mais nervos que detectam a dor do que as próprias células musculares, semelhante à sensibilidade à dor de nossa pele.


A fáscia não é apenas uma cobertura inerte que envolve o músculo.  Tem uma capacidade contrátil, especialmente em resposta à ativação do sistema nervoso simpático (lutar ou fugir).  Existem ligações nervosas diretas do sistema nervoso simpático à fáscia, e os fibroblastos (as células primárias da fáscia) têm receptores específicos para as substâncias químicas secretadas por esse sistema nervoso.  


Os pesquisadores acreditam que a contração rápida da fáscia em resposta ao sistema nervoso simpático é o que cria a enorme força extra que os humanos podem produzir em emergências;  por exemplo, quando uma mulher levanta um carro de 2.000 libras para resgatar seu filho ou luta contra um agressor muito mais forte.


O que acontecerá se o sistema nervoso simpático ficar descontrolado e ativar continuamente a contração e a tensão fascial?  Esse cenário é o que resulta na dor e sensibilidade muscular generalizada vista na fibromialgia.


 PATOFISIOLOGIA DA FIBROMIALGIA

Em geral, a medicina tem sido lenta compreender a contribuição da fáscia para a dor musculoesquelética crônica, embora isso esteja mudando lentamente.  


A fibromialgia é caracterizada por dor muscular generalizada, sensibilidade ao toque e fadiga;  isso afeta uma estimativa 10 milhões de pessoas nos Estados Unidos.

A maioria dos pacientes são mulheres de meia-idade, embora agora esteja sendo reconhecido mais frequentemente em homens, especialmente veteranos de combate.  


A explicação médica atual para a fisiopatologia da fibromialgia está incompleta.  Qualquer pessoa que tenha visto um anúncio na televisão de um medicamento para fibromialgia ouviu dizer que a condição é causada por "hiperatividade dos nervos sensores da dor".  


Estudos sobre fibromialgia mostram que o cérebro e a medula espinhal nesses pacientes aumentam o volume dos sinais de dor, resultando em hipersensibilidade à dor.
Na verdade, problemas de processamento da dor são apenas a ponta do iceberg. 

A hipersensibilidade à dor é o resultado de uma reação em cadeia iniciada por um mau funcionamento de uma parte do cérebro que regula o sistema nervoso autônomo.  Na fibromialgia, o hipotálamo ativa continuamente o mecanismo de lutar ou fugir, como um alarme de fumaça com defeito que soa constantemente, mesmo quando não há fumaça.


Vários estudos, usando diferentes métodos de avaliação do sistema nervoso autônomo, descrevem uma hiperatividade implacável do sistema nervoso simpático.  As descobertas levaram um grupo a concluir que “a fibromialgia pode representar um distúrbio primário do sistema de estresse”. 


Como parte da ativação de lutar ou fugir pelo sistema nervoso simpático, o cérebro envia sinais para contrair a fáscia e os músculos, aumentando assim sua força para lutar ou fugir. Na fibromialgia, não há alívio dessa tensão. Estudos mostram que uma agulha manométrica inserida nos músculos da fibromialgia mostra aumento da pressão, em comparação com controles saudáveis.


Quando os músculos e a fáscia circundante estão cronicamente contraídos, como na fibromialgia, eles ficam inflamados e doloridos.  Dois estudos de biópsia muscular revelaram colágeno excessivo e desorganizado e aumento de produtos químicos inflamatórios na fáscia da fibromialgia.

Estes são semelhantes às mudanças vistas no tecido conjuntivo em outras condições dolorosas, como fascite plantar e tendinite.  A fáscia é rica em nervos que detectam a dor, e os sinais constantes de dor gerados pela tensão e inflamação na fáscia enviam a mensagem a medula e ao cérebro induzindo um estado de hiper-reatividade à dor.  


Para entender isso, imagine a rigidez e a dor da fasceite plantar permeando todo o seu corpo!

Assim, as terapias manuais que reduzem a rigidez e a inflamação dolorosa são essenciais para a recuperação da fibromialgia.  Mas como você aplica a terapia manual a um sistema nervoso super sensibilizado ao toque (aquele que tem todos os seus sinais de perigo e alarme ativados) e a músculos e fáscias tensos é inflamados?  


A chave aqui é se concentrar em tratamentos que atenuem os sinais do sistema nervoso simpático e reduzam a tensão fascial.

A fáscia às vezes é descrita como um gel denso (a substância fundamental) em que fibras de colágeno, elastina, fibroblastos, e outras células são suspensas, conferindo-lhe propriedades coloidais.  Para que as terapias manuais sejam eficazes na fibromialgia, elas devem levar em consideração as propriedades coloidais da fáscia.  “Isso torna um toque suave um requisito fundamental ao tentar produzir uma mudança ou liberação de estruturas fasciais restritas que são todas coloidais em seu comportamento.” 

Portanto, apenas uma pressão lenta e sustentada afetará as mudanças no tecido fascial.


 PESQUISA EM MASSAGEM PARA FIBROMIALGIA

Existe um grupo de pesquisa em expansão em várias técnicas de terapia manual para fibromialgia, muitas das quais são impulsionadas pelo tecido conjuntivo e técnicas miofasciais.  Uma recente revisão sistemática liderada por S. L. Yuan avaliou 10 estudos sobre massagem na fibromialgia, incluindo massagem sueca, massagem do tecido conjuntivo, drenagem linfática manual, shiatsu e liberação miofascial.


Os estudos descobriram que todos os estilos da massagem, exceto a massagem sueca, teve um efeito positivo sobre os sintomas da fibromialgia. A liberação miofascial forneceu o maior alívio da dor, seguida pela massagem do tecido conjuntivo.  O aspecto mais emocionante dos estudos de liberação miofascial foi que além dos benefícios da dor de curto prazo, proporcionou redução durável da dor que persistiu em um mês e em menor extensão em seis meses após a intervenção.


A liberação miofascial utiliza uma combinação de tração manual sustentada e manobras suaves de alongamento prolongado para romper as aderências na fáscia.  Essencialmente, o terapeuta traciona lenta e suavemente e, em seguida, segura a fáscia na barreira de resistência por 3 a 5 minutos para liberar áreas “pegajosas” de ligações cruzadas em excesso de colágeno, chamadas de aderências ou restrições.  


A massagem do tecido conjuntivo visa produzir uma resposta autonômica aplicando toques especializados em áreas da fáscia superficial e nas fixações fasciais ao osso.  Na revisão da literatura Yuan, os autores concluíram que “embora o foco da massagem do tecido conjuntivo seja diferente daquele da liberação miofascial, a melhora em alguns resultados pode ser explicada pela manipulação da fáscia em ambos os estilos. ”


Clinicamente, é o que vemos no dia a dia também com os clientes, principalmente quando a liberação miofascial é combinada com técnicas de autocuidado entre as sessões.  Descobrimos que quando os clientes podem colaborar realizando exercícios de liberação suave em casa, seu progresso pode ser profundo.


Desse modo, a liberação miofascial pode abrir padrões de contenção do sistema nervoso cronicamente superativado.

Além disso, descobrimos que um fenômeno notável ocorre quando o corpo começa a abandonar esses padrões de retenção fascial, alguns dos quais duram décadas, parte da capacidade original do sistema nervoso autônomo consegue equilibrar fluidamente os retornos simpáticos e parassimpáticos, o que pode reduzir bastante o processamento do sinal de dor superativado na fibromialgia. 


A chave a ser lembrada aqui é que a ativação do sistema nervoso simpático torna os sinais de dor mais altos, e a ativação da resposta parassimpática torna os sinais de dor mais silenciosos.



  ESCOLHENDO A TÉCNICA CORRETA

O terapeuta deve considerar a fibromialgia como uma fáscia inflamada e apertada junto com uma resposta de luta ou fuga descontrolada.  Modalidades e técnicas que suavemente esticam, liberam e alongam a fáscia ao longo de 3-5 minutos são as mais úteis, junto com aqueles que podem acalmar o sistema nervoso simpático (como a terapia craniossacral).  A terapia craniossacral, desenvolvida a partir da tradição médica osteopata, envolve a aplicação de pressão manual suave na base do crânio e próximo ao cóccix.  

Porque os nervos do sistema nervoso parassimpático (repouso e digestão) saem na medula espinhal perto da base do crânio (crânio) e perto do cóccix (sacro), a manipulação suave do fluido nessas áreas estimula a resposta de relaxamento e diminui a atividade do sistema nervoso simpático.

Mas e se você não for treinado nessas modalidades?  Você ainda pode ajudar clientes com fibromialgia?  Claro!  

Primeiro, considere a fisiopatologia específica da doença.  Lembre-se de que seu cliente com fibromialgia amplificou a sinalização de dor e seu corpo não consegue se recuperar da manipulação muscular profunda da mesma forma que um cliente saudável.  Então, se seu cliente quiser uma massagem profunda, explique gentilmente de que tal tratamento pode desencadear uma reação em cadeia no sistema nervoso que causará mais dor.

Em seguida, considere receber trabalho corporal de um terapeuta treinado em liberação miofascial.  Como terapeuta, você sabe que não existe melhor forma de entender uma técnica que sentir ela no próprio corpo.  Permita-se sentir como é a liberação das restrições fasciais e traga essa intenção para o seu trabalho com clientes com fibromialgia.

Se você faz a massagem sueca principalmente, concentre-se naqueles movimentos que fornecem pressão sustentada e diminua o ritmo.

Novamente, pense em diminuir o estímulo do sistema nervoso autônomo.  Quando sentir a restrição no tecido, mantenha uma leve pressão nessa barreira, em vez de empurrá-la.  Depois de alguns minutos, você sentirá uma liberação fascial.  A sensação será de derretimento de manteiga ou alongamento de caramelo. 

Considere também ficar longe de técnicas estimulantes, como tapotagem, petrissage profundo ou trabalho de compressão rápida e pontiaguda.  Esses métodos podem não apenas ferir mais o paciente com fibromialgia durante o tratamento, mas podem desencadear uma crise de dor em todo o corpo que pode durar dias. 

Em vez disso, considere métodos de compressão que penetram no tecido muito, muito lentamente.  

Lidar com os pontos-gatilho também pode ser útil na fibromialgia - mas certifique-se de levar muito mais tempo do que normalmente levaria.  Certifique-se de que seu cliente se sinta autorizado a pedir menos pressão e respeitar quando o fizer.  Por último, tente começar e terminar sua sessão com um "toque" por 3 a 5 minutos, acolhendo o occipital com mãos suaves (com o cliente em decúbito dorsal) ou colocar suavemente uma mão no sacro e a outra no occipital (com o cliente deitado em decúbito ventral).  Nós descobrimos que isso deixa o cliente com uma resposta parassimpática elevada, o que não apenas o ajuda a se sentir mais calmo, mas também reduz a tensão de seus músculos e tem o benefício adicional de reduzir o excesso de sinalizadores da dor.

DICAS E TRUQUES

Por fim, aqui estão algumas dicas e truques que aprendemos da maneira mais difícil sobre o que funciona e o que não funciona para a fibromialgia na mesa de massagem:

 • Desenvolva confiança: ainda mais do que faria normalmente, desenvolva um senso de confiança com seus clientes de fibromialgia, garantindo que eles saibam que você vai diminuir a pressão ou parar quando pedirem.

 • Comece e termine suavemente: o toque imóvel é uma ótima ferramenta para acalmar um sistema nervoso simpático hiperativo.

 • Não se apresse: concentre-se em menos técnicas feitas mais lentamente.  Com a fáscia, uma pressão suave mais tempo é igual à liberação.

 • Não desanime: o trabalho corporal para a fibromialgia não é fácil.  Pode levar algum tempo para você e seu cliente verem resultados significativos.

 • Avalie a pelve: a tensão e o desalinhamento na pelve podem causar dor em todo o corpo.  Observe a inclinação e a rotação da pelve como ponto de partida para a avaliação.

 • Observe a posição de bruços: não deixe os clientes com fibromialgia ficarem muito tempo decúbito ventral .  Muitos têm distúrbio da articulação temporo-mandibular e tensão pélvica que podem ser exacerbados na posição prona.

 • Manter aquecido: o corpo com fibromialgia não gosta do frio;  considere um aquecedor de mesa.

 • Cuidado com os pontos-gatilho: são comuns em clientes com fibromialgia.  Ao encontrá-los, dirija-se a eles com pressão contínua e focada por pelo menos 3 minutos.

 • Ofereça lição de casa ao cliente: dê orientação sobre auto tratamento para fazer entre as sessões, como alongamento ou aplicação de pressão suave com uma bola macia em áreas tensas.


 Os Terapeutas têm um papel importante para ajudar quem sofre de fibromialgia.  Com a intenção certa e um pouco de paciência, você pode fazer uma grande diferença no dia a dia deles.  Sentir mesmo que uma pequena medida de melhoria pode significar muito para esses clientes. 


 Embora tenhamos descoberto que as técnicas que se concentram na liberação de restrições fasciais são as mais úteis para o alívio da dor da fibromialgia, concordamos com a conclusão encontrada pelos autores que no geral, a maioria dos estilos de massagem terapêutica melhorou consistentemente a qualidade de vida  de pacientes com fibromialgia. 


 Notas

 1. C. Barbour, “Uso de Tratamentos Complementares e Alternativos por Indivíduos com Síndrome de Fibromialgia,” Journal of the American Academy of Nurse Practitioners 12, no.  8 (agosto de 2000): 311–16;  D. L. Wahner-

 Roedler et al., "Uso de Terapias Complementares e Alternativas por Pacientes Referidos a um Programa de Tratamento de Fibromialgia em um Centro de Atenção Terciária", Mayo Clinic Proceedings 80, no.  1 (janeiro de 2005): 55–60.

 2. G. L. Liptan, "Fascia: A Missing Link in our Understanding of the Pathology of Fibromyalgia", Journal of Bodywork and Movement Therapies 14, no.  1 (janeiro de 2010): 3–12.

 3. W. Klingler et al., “Clinical Relevance of Fascial Tissue and Dysfunctions,” Current Pain and Headache Reports 18, no.  8 (2014): 439.

 4. K. A. Sluka e D. J. Clauw, "Neurobiology of Fibromyalgia and Chronic Widespread Pain", Neuroscience 338 (dezembro de 2016): 114-129.

 5. D. J. Torpy et al., "Respostas do Sistema Nervoso Simpático e o Eixo Hipotálamo-Pituitário-Adrenal à Interleucina-6: A

 Pilot Study in Fibromyalgia, ”Arthritis and Rheumatology 43, no.  4 (abril de 2000): 872–80.

 6. W. Klingler et al., “Clinical Relevance of Fascial Tissue and Dysfunctions,” Current Pain and Headache Reports 18, no.  8 (2014): 439.

 7. R. Kokebie et al., "Muscle Tension is Aumented in Fibromyalgia: Use of a Pressure Gauge", resumos do American College of Rheumatology (2008):

 685;  L. Bazzichi et al., "Muscle Modifications

 em pacientes fibromialgicos revelados por superfície

 Electromyography (SEMG) Analysis, ”BMC Musculoskeletal Disorders 10 (abril de 2009): 36;  C. Anders, H. Sprott e H. C. Scholle, "EMG de superfície da parte lombar do músculo truncado eretor em pacientes com fibromialgia," Clinical Experimental Rheumatology 19, no.  4 (julho de 2001): 453–55.

 8. M. Spaeth et al., “Aumento de Colágeno IV em Músculo Esquelético de Pacientes com Fibromialgia,” Journal of Musculoskeletal Pain 12 (2005): 67;  M. Rüster et al., "Detection of Elevated Nε-carboxymethyllysine Levels in Muscular Tissue and Serum of Patients with Fibromyalgia", Scandinavian Journal of Rheumatology 34, no.  6 (2005): 460–63.

 9. L. Chaitow e J. DeLany, Clinical Applications of Neuromuscular Techniques (Londres: Churchill Livingstone, 2000): 3.

 10. S. L. Yuan, L. A. Matsutani e A. P. Marques, "Effectiveness of Different Styles of Massage Therapy in Fibromyalgia: A Systematic Review and Meta-Analysis," Manual Therapy 20, no.  2 (abril de 2015): 257–64.

 11. A. M. Castro-Sánchez et al., “Benefícios da Massagem - Terapia de Liberação Miofascial na Dor, Ansiedade,

 Qualidade de sono, depressão e qualidade de vida

 em Pacientes com Fibromialgia, ”Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine (2011): 561753;  A. M. Castro-Sánchez et al., “Efeitos da Técnica de Liberação Miofascial na Dor, Função Física e Estabilidade Postural em Pacientes com Fibromialgia: A Randomized Controlled Trial,” Clinical Rehabilitation 25, no.  9 (setembro de 2011): 800–13.

 12. S. L. Yuan, L. A. Matsutani e A. P. Marques, "Effectiveness of Different Styles of Massage Therapy in Fibromyalgia: A Systematic Review and Meta-Analysis."

 13. Ibid.

 Jamie Liptan, LMT, com treinamento avançado na Técnica de Liberação Miofascial John F. Barnes, fundou o Frida Center for Fibromyalgia

 com sua esposa, Ginevra Liptan, MD.  A frida

 Center (www.fridacenter.com) é uma clínica especializada em fibromialgia com o nome de Frida Kahlo, a artista mexicana que suportou anos de dor crônica e

 Pensa-se que sofria de fibromialgia.  Ginevra Liptan é graduada pela Tufts University School of Medicine, com certificação em medicina interna e autora de The FibroManual: A Complete Fibromyalgia Treatment Guide for You and Your Doctor (Ballantine Books, 2016).


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